Billy Graham fala de Fé e Tecnologia

Entre a e a razão… entre o crê e compreender… e entre o Deus e as ciências… Existem muitas concordâncias, um não anula o outro, pelo contrário, o entendimento tem nos levado cada dia mais próximo de Deus. Com a razão explicamos os fatos naturais, mas somente com a fé podemos experimentar o sobrenatural.

O homem, com sua sabedoria, tem avançado muito em todas as áreas científicas. Porém há algumas questões que ao longo de todos esses séculos ele ainda não conseguiu solucionar ou chegar à uma conclusão utilizando apenas a razão. Assista este vídeo do Pr. Billy Graham e tire suas próprias decisões.

Exortação à santidade

(2 Co 6:14-18)

  O apóstolo Paulo estabelece certos limites em nossos relacionamentos. Ele não cita questões específicas como: trabalho, casamento ou religião, destas coisas a Bíblia trata em outros versículos.

  Paulo diz que, como regra geral, nós devemos julgar se determinadas “alianças”, “compromissos”, “comportamento”, “votos” e “experiências” com incrédulos enfraquecerão seu compromisso com Jesus.

  Na cidade de Corinto, havia por parte dos habitantes uma grande adoração à ídolos, imagens e templos dedicados. E Paulo quer mostrar para aqueles habitantes que quando Cristo passa a fazer parte de nossa vida, devemos viver como verdadeiros “filhos de Deus”. Em muitos casos é necessário romper, de forma completa, costumes e hábitos que nos distancia da presença de Deus.

  Se temos à Jesus como Senhor da nossa vida, não podemos seguir a outros senhores. Diz a Palavra em 1Co 8:5-6 “porque ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer nos céus quer na terra, todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas e nós por Ele”.

  Precisamos entender que a nossa salvação e comunhão com Deus teve um alto preço (2Co 5:15). Será que certos relacionamentos ou ações nos fazem desonrar à Deus ou colocar em risco nosso compromisso com Ele?

  Considere “com quem” ou “com o que” estás comprometidos e orem à Deus, peçam conselhos e orientação para permanecerem firmes e constantes na presença de Deus. Ele promete abençoar-nos quando decidimos honrá-lo em tudo.

Que Deus nos abençoe!

O ECUMENISMO NO BRASIL – Parte 2

(Qual deve ser a posição da Igreja de Cristo?)

                Graça e Paz!!! Dando continuidade ao exame do ‘ecumenismo’ à luz da Bíblia, quero apresentar material de pesquisa do Pastor Adelino, com a sua devida autorização, e mostrar fatos ocorridos e registrado deste movimento aqui no Brasil pela impressa.

                Em 10 de dezembro de 1948, foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos Humanos pela Assembléia Geral das nações Unidas (ONU), estando o Brasil entre os países signatários. Colaborando na celebração do 30º aniversário desse importante documento, a Coordenada Ecumênica do Serviço (CESE) apresenta a Declaração, juntamente com alguns textos bíblicos e pronunciamentos oficiais de igrejas cristãs. A evidente afinidade entre a Declaração, o pensamento da igreja e a Palavra de Deus servirá de estímulo para que esta publicação seja estudada em todas as comunidades relacionadas com a igreja.

                A CESE foi fundada a 13 de junho de 1973, em Salvador, Bahia, com a participação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Igreja Episcopal do Brasil, Igreja Evangélica Pentecostal “O Brasil para Cristo”, Igreja Metodista, Missão Presbiteriana do Brasil Central, com o apoio do Conselho Mundial de Igrejas. A CESE tem como objetivo: “estudar, pesquisar, assistir, avaliar, promover e coordenar projetos destinados a promoção da vida integral do homem na sociedade, nos moldes da fé cristã, sem descriminação social, econômica, religiosa ou racial”.

                Numa matéria do Jornal do Commercio, da cidade do Recife, no dia 02 de outubro de 1997, com o título: Pastores levam apoio histórico a dom Eugênio. O texto dizia o seguinte:

Pastores das igrejas protestantes históricas reuniram-se ontem com o cardeal-arcebispo do Rio, D. Eugênio Sales, para manifestar seu repúdio a qualquer protesto à visita do papa João Paulo II organizado por igrejas neopentecostais. De acordo com o Pr. Mozart de Noronha Melo, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil – que preparou um documento de apoio ao papa – , o encontro foi motivado por declaração de integrantes de igrejas neopentecostais à imprensa em  nome dos protestantes. “essas declarações são levianas e irresponsáveis”, disse Melo. “Esses evangélicos não representam os protestantes no Brasil”. Segundo ele, “protestantes e católicos estão juntos nesta caminhada ecumênica, representada pela vinda de João Paulo II ao Rio”.

Melo disse ainda que os pastores das igrejas protestantes históricas “estão apreensivos” com as possíveis intervenções que os neopentecostais possam fazer durante a passagem do papa pela cidade. “Estamos irmanados com D. Eugênio e a Igreja Católica e as posições radicais não representa o espírito do protestantismo”.

O pr. Luterano enfatizou que os protestantes não negam suas diferenças com os católicos, mas argumentou “devemos ser irmãos nas diferenças”. Ele classificou os grupos que hostilizam o papa de fanáticos e xiitas. “Eles acham que têm o monopólio do Espírito Santo e não aceitam nenhum tipo de diálogo”.

O pr. Norbert Ellinger, da Igreja Evangélica Luterana do Rio, também no encontro, disse que sente “muito mais próximo da Igreja Católica do que de certas igrejas evangélicas que vendem aos fiéis a salvação da alma”. Segundo ele, essa prática, do século XVI foi razão da criação de uma igreja comandada por Lutero.

Em uma outra matéria da Revista Vinde, de setembro de 1997, um texto que fala sobre o movimento ecumênico no Brasil, com o título: “O diálogo ecumênico”, nos diz o seguinte:

Qualquer evangélico com o mínimo de orientação pentecostal sabe que é praticamente impossível pronunciar em sua igreja a palavra “ecumenismo”. Como os evangélicos não são formados apenas por aqueles que crêem nos dons do Espírito Santo, o diálogo ecumênico entre católicos e protestantes encontra espaço nas igrejas evangélicas consideradas históricas ou tradicionais – como a Luterana, Anglicana, Metodistas, Batista e Presbiteriana. Setores daquelas igrejas no Brasil participam há pelo menos duas décadas dos esforços mútuos, entre católicos romanos e evangélicos, por uma aproximação em torno de pontos comuns, que revertam os traumas causados pela reforma protestante, a maior cisão da história do cristianismo.

Embora o ecumenismo entre católicos e evangélicos tenha se consolidado na década de 60, através do Conselho Mundial de Igrejas, foi somente através do Conic (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs), fundado em 1982, que se viu avanços concretos no diálogo entre as duas religiões. O pesquisador André Mello, do Iser (Instituto  de Estudos da Religião), lembra que, além do ensino religioso nas escolas, o debate sobre unidade na missão evangelizadora e a questão dos direitos humanos são outros fatores que unem católicos e evangélicos abertos ao diálogo inter-religioso.

Perdão recíproco – Além da atuação do Conic, há igrejas protestantes que estão abertas ao diálogo com os católicos, por iniciativa de suas próprias entidades. O presidente da Igreja de Confissão Luterana no Brasil, pastor Humberto Kircheim – denominação com 1,2 milhão de membros – conta que a Federação Luterana Mundial é o órgão que mantém diálogo com a Igreja Católica. Ele informa que está para ser concluída uma declaração conjunta acerca das excomunhões praticadas na época da Reforma e da justificação pela graça e pela fé. “A Federação Luterana Mundial é o órgão que tem iniciado esforços de aproximação com os católicos”, lembra Kircheim, que parece pouco se importar com a reação contrária de boa parte do segmento pentecostal, menos aberto a conversa com católicos.

Um dos poucos, senão o único líder pentecostal que atuou no Conselho Mundial de Igrejas foi o pastor Manoel de Mello, fundador da Igreja O Brasil para Cristo, já falecido, que se notabilizou por alguns pioneirismos. Numa das reuniões do Conslho, na Suiça, Manoel teria dito o seguinte ao papa João Paulo II: “Nosso diálogo poderia ser muito melhor se o senhor abrisse mão da infalibidade, do culto aos santos e a Maria e aceitasse a Cristo como seu único Salvador”. O papa riu.

O ECUMENISMO NO BRASIL – parte1

(Qual deve ser a posição da Igreja de Cristo?)

    Graça e Paz!!! É com muito prazer que trago este artigo sobre “ecumenismo no Brasil”, o que é?, como funciona? e qual a sua finalidade?. Trata-se de um estudo de pesquisa do Pastor Adelino, que tem sido um grande colaborador à serviço do Reino de Deus e muito nos abençoado em nossa igreja (Igreja Missionária Maanaim Renovada – Goiana/PE).

                E é com a sua devida autorização que mostrarei de forma clara e à Luz da Bíblia algumas considerações sobre o ecumenismo (principalmente aqui no Brasil). Para isto irei apresentar material de pesquisa cedido pelo Pr. Adelino e minhas conclusões a respeito. Não tenho a pretensão de trazer um material definitivo e totalitário sobre o ecumenismo, apenas quero divulgar e esclarecer este assunto tão importante e também porque não pode continuar sendo algo desconhecido pelos nossos irmãos em Cristo.

                Antes mesmo de examinarmos o texto, precisamos saber o que significa a palavra “ecumenismo”. Eu sempre falo que se quisermos entender algo, temos de começar pela sua origem, entender como, por que e por quem foi criado. Então, examinando o significado da palavra ‘ecumenismo’, em primeira instância, ela parece inofensiva. A palavra original significa somente ‘universo’ e, nos primórdios dos tempos, foi usada apenas para relatar a todos os povos a que se deveria dirigir a pregação do Evangelho. Se ecumenismo refere-se a quem devemos pregar a Palavra de Deus, temos simpatia por ele. Devemos pregar o Evangelho a toda a criatura (Mc 16:15). Se um ecumênico é apenas uma pessoa que é habitante de um lugar do mundo, eu sou e você é um ecumênico. Mas, se a palavra ‘ecumenismo’ é entendida religiosamente como sendo uma identificação doutrinária igual para todas as igrejas, nenhum batista verdadeiro quer ser identificado com essa posição. Se um ecumênico é uma pessoa disposta à convivência e diálogo com outras confissões religiosas, como é que um batista verdadeiro pode ser um ecumênico? Na verdade, todas as outras igrejas têm tanto direito constitucional de existir quanto a nossa, mas relações íntimas (pois a palavra ‘convivência’ significa: 1. Ato ou efeito de conviver; relações íntimas; familiaridade, convívio. 2. Trato diário, Dicionário Aurélio Eletrônico) são impossíveis. Se a palavra ‘dialogar’ significa ‘travar ou manter entendimento’ (Dicionário Aurélio Eletrônico), os batistas verdadeiros, em relação à doutrina, não têm boa razão para manter entendimento com os que não obedecem a verdade. Podemos pregar aos que não concordam conosco e ensiná-los, mas sentar junto e dar a aparência que nossa igreja tem muito em comum com a doutrina de igrejas de outra fé seria um ato gritante de hipocrisia. (as frases em itálico foram extraídas do site vivos.com.br).

                Tendo estas considerações em mente, escrevo abaixo alguns pontos, trazidos pelo Pr. Adelino, a serem observados:

  1. Aqui, no Brasil a ameaça totalitária do movimento ecumênico, acompanhado pelo princípio da Babilônia já está se esboçando na recente criação de um movimento de ampla pesquisa e situação religiosa neste país. Tal pesquisa está sendo promovida numa cooperação coletiva, pelo Centro de Estatística Religiosa e Investigação Social (Conferência dos Bispos e dos Religiosos do Brasil), pelo Instituto Evangélico de Pesquisas e pelo Centro Ecumênico de Curitiba, que se constitui de católicos e protestantes. A finalidade principal desse gigantesco esforço de pesquisa, que terá a duração de três anos, depois de ser feita uma análise e uma interpretação dos dados coletados, será a de “projetar a ação ecumênica de tal modo que sejam cristãos induzidos a praticar a fé e a expressar a unidade que Jesus Cristo quer na sua igreja”. (Diário Popular, dia 22 de maio de 1967).
  2. Isso representa o começo formal da arregimentação religiosa dos poderes ecumênicos aqui no Brasil, e representa também uma grande ameaça a nossa liberdade religiosa, ao nosso direito de consciência em face da questão ecumênica dos nossos dias, e a nossa posição protestante, evangélica e fundamentalista.
  3. Esse empurrão ecumênico representa a maior ameaça para a igreja de Cristo, na sua mensagem, na sua liberdade, na sua autonomia e, até na sua existência; representa perigo maior do que qualquer outro que a igreja enfrenta nos dias atuais. A missão da igreja, para eles, só será cumprida mediante a unidade orgânica de toda a cristandade, com seus vários ramos, dando testemunho desta unidade, incluindo toda especial de crença, desde o fundamentalismo até o ateísmo ou paganismo. Essa força, que vem vindo sobre nós com uma rapidez espantosa, será a morte da nossa liberdade religiosa, social e política, como nós entendemos termo, e o começo de um período de grande perseguição e tribulação para os crentes, mesmo antes do arrebatamento da Igreja e Grande Tribulação.
  4. Todas as coisas acima descritas vão acontecer na hora marcada por Deus. Façamos questão de estar com Cristo e com o seu remanescente fiel, sabendo que o “mistério de injustiça” vai operar cada vez mais no seio da igreja de Cristo, mas, mesmo assim, “as portas do inferno não prevalecerão contra ela”, (2 Tess. 2:7; Mat. 16:18). Deus terá a última palavra neste conflito dos séculos. Ele será vitorioso contra Satanás, em oposição a todos os seus esforços e influências nefastas, representadas pelo princípio de Babilônia, através da história da humanidade e da igreja.
  5. A gigantesca Igreja Ecumênica do Anticristo irá a uma direção e a igreja invencível de Cristo, constituída pelo remanescente fiel e separada, irá na direção oposta.
  6. A Ele sejam a glória, majestade, domínio e poder para todo o sempre!!! Amém.

Páscoa (origem)

Páscoa

“Para entender a Paixão de Cristo, precisamos conhecer o Amor de Deus”.

         Quando você ouve a palavra “páscoa”, qual a primeira coisa que vem em sua mente? E, afinal de contas, esta celebração é cristã ou judaica?

         Quando criança, aprendi erroneamente, que a páscoa era a comemoração da morte e ressurreição de Cristo (embora sem entender por que não dávamos muita importância à ressurreição) e que esta era a época dos famosos “ovos de páscoa” (ovos de chocolate que eram trazidos pelos coelhinhos da páscoa). Esta é a estória que, por tradição, vem-se ensinando de geração à geração. (alguns pais têm o hábito de esconder tais ovos pela casa, seguidos de marcas de pegadas de coelho, para que seus filhos achem os ovos e pensem que foram ali depositados pelos “coelhinhos da páscoa”).

A sociedade sabe que esses coelhinhos não existem, mas permanecem dando vida à esta fantasia. A bem da verdade, a Páscoa não tem absolutamente nada a ver com estas estórias e figuras, assim como o Natal e o “Papai Noel” nada tem a ver com o nascimento de Cristo. Eu costumo sempre dizer que se você quer entender alguma coisa, deve procurar saber sobre sua origem (como surgiu, quando surgiu,quem fundou, etc.) e ver como funciona.

Desta forma, para entender o que é a Páscoa, precisamos começar pelo seu surgimento. Na Bíblia Sagrada, no Livro de Êxodo, capítulo 12, encontramos sua origem, período, motivo e simbolismo da verdadeira Páscoa. Os hebreus viveram no Egito por 430 anos, começou com achegada da família de José, um pequeno grupo de 70 pessoas que com o passar dos anos foram multiplicando-se e tornaram-se milhares. É bem verdade que durante a maior parte deste tempo, os hebreus viveram ali como escravos dos egípcios. Até que Deus preparou Moisés para LIBERTAR e guiar o povo para a terra prometida.

À cerca de 1440 anos A.C. os hebreus habitavam na terra de Gósem, no Egito, como escravos e Deus chamou Moisés para libertar o Seu povo daquela escravidão e guiá-los para possuírem a terra que prometera aos seus ancestrais. Moisés era hebreu, mas foi criado como egípcio por uma filha de Faraó. Deus tinha um plano na vida deste homem. Moisés passou 40 anos no deserto sendo preparado por Deus para libertar os hebreus da escravidão do Egito. Quando retornou ao Egito, com toda autoridade dada por Deus, falou para o Faraó libertar e deixar ir o povo com ele. Mas Faraó, com o coração duro, não o permitiu.

Num certo dia do mês de Abibe ou Nisã, do Calendário Sagrado dos judeus, correspondente ao 1º mês do “ano sagrado” (para nós é no período entre Março e Abril), todos os hebreus estavam se preparando para uma longa viagem. De repente e de todas as casas dos hebreus partiram balidos de cordeiro sendo mortos. Seu sangue era espargido nos umbrais e vergas das portas. À noite, todas as famílias uniram-se para comer a carne do cordeiro sacrificado, a ordem era para que se comecem tudo, desde a cabeça até as pernas. Enquanto isso, naquela mesma noite todos os lares egípcios tiveram uma terrível experiência: o filho primogênito de cada família egípcia havia morrido, desde a casa de Faraó até as casa mais humildes dos empregados. Foi grande o lamento e a dor. Faraó, aterrorizado e sabendo que Deus o tinha castigado, procurou Moisés e ordenou que levasse embora todos os israelitas do Egito.

Este dia se tornou em data de celebração, então foi instituída a Páscoa (a origem da palavra vem do termo Pesah, que significa Passagem) a festa que comemora a libertação de Israel da escravidão do Egito. Isto que aconteceu é um tipo simbólico para nós cristãos, que deixamos a escravidão deste mundo e marchamos em direção do Reino de Deus. Mas a Páscoa não é apenas uma comemoração dos judeus, mas também de todos os cristãos e agora veremos a razão disto:

1.  O cordeiro que foi sacrificado traz referência a Jesus Cristo, o cordeiro de Deus. O cordeiro deverá ser sem defeito e seu sangue quando aplicado à porta das casas dos israelitas os livraram da morte, de forma que apenas nas casas que tinham a marca do sangue do cordeiro foram livradas do anjo da morte. Da mesma forma Jesus, o cordeiro Santo, foi escolhido para ser sacrificado pois nEle não havia defeitos e quando cremos no sangue de Jesus e o aplicamos aos nossos corações somos livres de todo pecado aos olhos de Deus e alcançamos misericórdia do Seu terrível julgamento que virá à humanidade, quando Cristo voltar para levar o Seu povo. O sangue de Jesus Cristo também nos livra da escravidão de Satanás. Satanás mantém as pessoas sob sua escravidão, mediante o pecado, mas desde que tenham sido perdoadas e recebido a justiça de Cristo como dádiva do Pai celeste, Satanás não tem nenhum direito sobre tais pessoas;

 

2. Os israelitas comeram a carne do cordeiro com ervas amargas e pão sem fermento. O fermento significa “corrupção / pecado”, portanto para poderem ser libertos eles deveriam estar “limpos”, ou seja, livre do pecado. Ervas amargas lembram “sofrimento / renúncia”. Da mesma forma em Jesus não há corrupção ou pecado, pois Ele é Santo, o Filho de Deus. Quanto as ervas amargas, simbolicamente representam os sofrimento e angústia de Cristo, que foi morto numa cruz e experimentou ali as mais horrendas dores. Hoje em dia, quando lembramos o quanto sofreu Jesus para nos libertar, deveríamos chorar de tristeza e com amargura no coração, arrepender-nos de nossos pecados e nos tornamos filhos de Deus. Mas, como podemos dizer que assim como os israelitas comeram a carne do cordeiro nós comemos a carne de Cristo? Simples, Jesus disse que se quisermos ter vida, devemos comer Sua carne e beber Seu sangue.muitos judeus ao ouvir estas palavras deixaram de seguir a Cristo, visto que não podiam aceitar este tipo de ensino. Entretanto a Bíblia diz em Jo 1:14 “O Verbo se fez carne, e habitou entre nós…” assim é que a Palavra de Deus, de Gênesis à Apocalipse, é a carne do nosso Senhor Jesus Cristo. Jesus é a Palavra (Verbo) de Deus e devemos alimentar-nos da Palavra. Se quisermos ter forças para atravessar o deserto deste mundo, com sucesso e vitórias, precisamos comer a Palavra de Deus sempre.

 

3.  Quando os israelitas saíram do Egito, foram seguidos por uma coluna de nuvem, durante o dia a coluna era uma nuvem e a noite a nuvem se transformava numa coluna de fogo que guiava o povo pelo deserto até a terra prometida. Esta coluna de nuvem e fumaça simboliza, hoje, em nós o Espírito Santo de Deus. Ele nos Guarda, proteje e guiaa-nos durante a travessia do deserto deste mundo.

Nossa “missão” é fazer Missões

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Levar as “boas novas” ao mundo é dever de toda igreja do Senhor Jesus Cristo. O próprio Jesus ordenou esta missão para os seus discípulos na igreja primitiva, e hoje, da mesma forma, também recebemos esta mesma missão.

O desejo de Deus é que cada um coloque-se na posição para a qual foi chamado (nós fomos chamados para ser benção e abençoar à outros através de nossa vida) e cumpra com alegria e fidelidade a nossa missão. No passado Deus contou com a disposição dos Seus primeiros discípulos e ainda hoje Ele continua contando com Seus seguidores.

Mas é necessário “querer” colocar-se à disposição de Deus, para que o próprio Deus, através de nossa vida, faça a obra. Em Provébios 24:11, o Senhor fala para mim e para você: “Livra os que estão destinados à morte e salva os que são lavados para a matança, se os puderes retirar”.

No mundo há dois tipo de pessoas: as que já ouviram o Evangelho e as que ainda não ouviram.  Nós que fazemos parte do grupo que ouviram (e creram) precisamos anunciar à todos que ainda não conhecem o Evangelho de Jesus Cristo. É nossa responsabilidade como cristão. O Senhor pagará a cada um conforme a sua obra, em Provébios 24:12 Ele nos adverte quanto a isto.